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Amesterdão

Este fim de semana resolvemos aproveitar toda a centralidade europeia em que vivemos e rumar num pulinho até Amesterdão.
A viagem a partir de Bruxelas é muito curta e apesar da nossa estadia ter sido de apenas dois dias o prazer de ter vivido e conhecido Amesterdão foi enorme!
A cidade respira energia, vida e agitação por todos os lados. Há sempre movimento nas ruas, de dia e de noite, principalmente de muitas, muitas bicicletas!
Um centro histórico fabuloso, lojas lindas, mil e um cafezinhos a cada virar de esquina, esplanadas, museus impressionantes e espectaculares, toda a magia dos canais que entrecortam a cidade....
Enfim, fica-se mesmo com vontade de viver numa cidade como esta!
Fomos ao famoso mercado das flores (que nesta altura está um pouco mortiço), fomos ao super Museu Rijsk, à sinagoga judia construída pelos portugueses e passeámos muito, muito a pé por esta magnífica cidade.
Ficam algumas fotos desta deliciosa escapadinha de inverno até Amesterdão!





















Aachen






Este fim-de-.semana fomos a Aachen, uma pequena cidade alemã localizada junto à fronteira Belga e à fronteira dos Países Baixos.
Localizada no meio da região mineira do carvão é a cidade que viu nascer e morrer Carlos Magno, encontrando-se o seu túmulo na Sé Catedral da cidade.
Aachen sempre foi muito conhecida e visitada pelas suas águas termais existindo diversas fontes termais pela cidade, expelindo uma delas água a 53 ºC!
Para além de todos os factores históricos que a tornam uma cidade especial, hoje em dia Aachen é uma cidade também muito conhecida pelos seus mercados de natal e essa foi também uma das razões pela a qual a fomos visitar...







Comprámos uma grinalda de natal natural para a podermos enfeitar em casa e fazer um centro de mesa e comprámos flores que aqui são muito mais baratas que em Bruxelas






Bolachas Printen, originais de Aachen




Uma das fontes de águas termais da cidade.
A temperatura desta água é de 53ºC mas o seu cheiro é nauseabundo devido ao enxofre!



O interior da Sé Catedral











Mar do Norte


Ontem fomos a Domburg, uma praia localizada na costa dos Países Baixos.


A vila é uma estância balnear pequenina, mas muito pitoresca.
O acesso às praias é muito bonito e nota-se que houve uma preocupação geral em manter a paisagem natural, evitando agressões urbanas pesadas.
A maior parte das pessoas circula de bicicleta, o transporte de excelência dos Países Baixos e é engraçado observar o parque à entrada da praia, completamente distinto do que encontramos numa praia portuguesa.


As praias são bastante extensas e apesar das areias não serem tão brancas, nem as águas serem tão límpidas quanto as nossas, são também praias muito bonitas. 
O tempo estava bastante quente, mas muito húmido, o sol só espreitou ocasionalmente e até choveu uns pinguitos mas nada que nos impedisse de desfrutar de uma bela tarde de praia.
A Madalena e o António fartaram-se de divertir, tomar banho e apanhar caranguejos e camarões!







Mar














Quando estive em Portugal no Natal, em conversa com o Ricky, ele perguntou-me: "E sentes falta do mar?" 
Na verdade nos primeiros três meses aqui, não senti essa falta do mar. Mas depois no Natal a nossa ida a Portugal foi uma correria tão grande que continuámos sem ver o mar e agora já tinha passado muito tempo sem o vermos e todos já sentíamos a sua falta...


Foi uma visita rápida à praia de Ostend, na costa Noroeste da Bélgica, porque estava simplesmente um frio desgraçado. Mas pronto matámos um pouquinho as saudades de mar, mas não muito... 
Quero ver o nosso mar e passear numa praia das nossas e de preferência com uns raios de sol aconchegantes dos nossos.

Café ao entardecer


Em Lisboa, saía do trabalho, chegava a casa, orientava todas as coisas para o jantar e ía para a rua com a Madalena e o António para irmos aos baloiços, à Almedina, à Gulbenkian, ou simplesmente passear. Depois o Papá juntava-se a nós e tomávamos um café. A nossa zona, desde que a reabilitação da Duque D´Ávila  terminou, convida totalmente ao programa de passeio + café. Acabávamos sempre sentados no Sequeira, no Galeto, na Padaria Portuguesa, ou simplesmente na Rialva (para nós, "D. Paula"). Sinto falta destas voltinhas. Adoro que a minha casa em Lisboa tenha uma localização tão especial, que me permite sair de casa com os meus filhos e em cinco minutos poder estar em sítios interessantes e agradáveis para passar o fim de tarde. Aqui em Zaventem até chegava rapidamente a qualquer sítio para beber um café, se ele houvesse. Assim, e como vai na volta ainda andamos a caminho do IKEA, aproveitamos e tomamos um excelente café (à borla por ser membro Ikea Family) e um belo Gaufre que custa apenas 1€ (e não fica nada atrás dos outros que já comemos a 5€), no café IKEA de Zaventem. A Madalena não deixa passar a oportunidade e pedincha sempre um gelado...

Galeries Royales Saint Hubert


Inauguradas em 1847 pelo Rei Leopoldo, tratam-se de fachadas de edifícios com arquitectura neo-renascentista italiana, unidas nos seus cumes por uma delicada estrutura em abóbada em ferro fundido, revestida de vidro e com os pavimentos revestidos a mármore. Estas galerias foram consideradas os primeiros centros comerciais a serem criados no mundo e depois delas foram criadas outras em Milão e São Petersburgo. Para além de possuírem um teatro, as galerias têm imensas chocolatarias de qualidade, com montras maravilhosas, lojas de alta moda, cafés, restaurantes...Situam-se mesmo no centro histórico de Bruxelas, perto da Praça Maior e confesso que a entrada principal não revela toda a grandiosidade que as galerias são no seu interior.