"O Império dos homens bons" foi terminado antes das férias do Natal e apesar de ser um livro com uma alguns factos históricos importantes da altura das colónias portuguesas, não é daqueles que recomende vivamente a alguém. O enredo, apesar de ser baseado numa história original, não consegue distinguir-se e tornar-se verdadeiramente interessante e a escrita não passa do modo mais ou menos trivial.
Com as férias de Natal, pudemos rumar às nossas queridas Almedina, Bertrand e FNAC e abastecer-nos de outras obras que andávamos a namorar. Trouxemos ainda outras da biblioteca pessoal da minha mãe, já que este ano quero ir intervalando obras novas com alguns clássicos que já há algum tempo ando para ler.
Desde o início do ano que tenho na minha mesa de cabeceira o novo romance do Mario Vargas Llosa. Li apenas um livro deste autor, já galardoado com o prémio nobel da literatura, quando estava grávida do António, "Tia Júlia e o Escrevedor" e gostei mesmo, mesmo muito.
Gosto de vários escritores da América do Sul e este também é um dos que ficou no meu top.
Para já e ainda muito no início, não ficamos indiferentes a uma escrita tão poderosa, doce, quente e intensa. Cheia de cores, sabores e cheiros, tal como eu tanto gosto.
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