Ping Pong


Já em terras belgas e de volta ao frio. 
Sete dias passam a correr. Então sete dias de ping pong, ainda mais depressa passam. Ir a Portugal é bom, mas se for no ritmo acelerado em que andámos, parece que no final voltamos meio desconsolados. Não vamos a todo o lado que queremos, não estamos com todas as pessoas que queremos... É verdade que estivemos com quase toda a família e alguns amigos e isso é retemperador, mas mesmo esses momentos senti-os sempre a correr e não os saboreei verdadeiramente. Temo que daqui em diante seja sempre assim...
Estas viagens curtas de matar saudades são mesmo boas é para os nossos pequenos. Voltam a escrever e a consolidar na sua memória todas as referências mais importantes do seu país, a família e os amigos.
Nos sete dias que andámos entre Lisboa e Santarém, o único programa mais livre que tivemos para nós os quatro foi voltar ao Príncipe Real, um dos nossos sítios de eleição em Lisboa. Esplanámos num dos quiosques mais portugueses e os pequenos brincaram nos baloiços aquecidos pelo quente sol de Inverno de Lisboa.




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